Crônicas diversas - Aviões de papel

Ele fazia avião de papel como ninguém. Por causa disso muitas e muitas crianças o procuravam para que ele fizesse um aviãozinho para elas. O tipo que ele mais gostava de fazer era aquele que planava, planava e pegava carona na correnteza de vento e sumia nas nuvens.
Ele era craque na arte de fazer aviões de papel, os dele iam tão longe que muitas vezes passavam os muros da escola atravessavam a rua e ainda continuavam a voar. 
Fazer o planador era a especialidade dele, mas ele fazia muitos outros tipos também como os foguetes e aquele com desenho tradicional parecendo um pequeno jatinho.
Um dos grandes segredos dele era saber como e quando arremessar cada aviãozinho. Dependendo do jeito que ele arremessava o avião era quase certo que aquele ali ninguém jamais o veria de novo. Naqueles pequenos e simples brinquedos de papel iam toda a aventura de uma época de inocência, de pureza e simples diversão.


Edilson Rodrigues Silva

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